Não posso tocar um gesto,
que nas tuas mãos se esguia,
um sentimento em caligrafia,
se levanta um frio de um protesto,
Fosse estranho se não o fizesse,
senão fosse cobarde de culpa,
para uma coragem de desculpa,
e fugir do que acontece,
Ah! se não fosse tudo tão corrosivo,
ou me tornas constantemente vivo,
ou demasiado morto,
queria eu perceber sem ter de olhar,
aquilo que me rasga a vedação,
se é amor por negação,
ou se ódio de continuar,
antes fosse ficção!
sem qualquer identidade,
sem doença de identidade,
e apenas imaginação
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