Um pouco amorfo nas horas de ser, junto um mistério à "receita" e a coisa "refoga",
trago um "casaco" pesado, na verdade, trago tudo no bolso! e não paro, e sigo o "baile" !
com aquele medo de pensar, com o medo aquele medo honesto do costume, coisa simples!
confuso, por vezes, nas coisas necessárias como quem quer mudar o mundo mas não sabe utilizar as "ferramentas"!
mas vai tentando, pode ser que sim! e mente com todos os dentes na "coberta" de ser quem é! não faz mal, vai gritando por dentro! faz-me rir! mas é o que é, olha! um disparate atrás do outro! mesmo "penteando" a bondade!
coisa pouca! e vai desvanescendo, vai procurando ocupando tudo e todos, à herói! esperando salvar uma pele que não a dele! inocente nesta "floresta urbana", fugindo da vítima mas identificando-se com ela! ah! ah! ah! só ele sabe o que vai naquele "sotão" ! mesmo ao sabor do vento não controla a "bússula" e perde o norte! busca o equilibrio e "tropeça"na própria perna! acha-se natural mas trespassa-se ao mínimo toque! faz-lhe pensar, pois faz! descontrola o controlo e faz maravilhas no caos do resultado, vai-se conhecendo na própria desconfiança e fica triste com isso! dá tudo por tudo e aleija-se da mesma forma infantil dos seus tenros 5 anos de idade! na verdade, vai pensando que uma ferida no joelho temo o mesmo gráu que um soco no estomago! e engana-se, dói o dobro! e sai-lhe caro! mas continua, aleijado e rasteja para cima de outro "pontapé" ! ansiando por uma coisa diferente! descalço sobre vidro, ateando o fogo e cuspindo sobre ele mesmo, nem mais, nem menos! bebado di si próprio, mas que se foda! amanhã há mais! e entrega o corpo ás balas protegendo tudo o que pode para não mostrar o escuro dele, faz um trato mais uma vez, trocando uma dor por outra, lá vai ele "desengonçado", mas vai se querer carregandoo que tem com o menos dobro das forças sem deixar ninguém para trás, deixa-se levar que é diferente! sacana engana-se! vasa-lhe um olho na altura da "mira", mas safa-se por um triz ao perigo! foi por pouco! suspira sem inalar! "espeta-se" no discurso de ser e aperta o dedo na ferida, porque o que é bom, sabe a pouco!