domingo, 13 de novembro de 2016

Dá a guerra a quem não tem paz!

Estado de guerra, correcto!
aplicar o dia a dia à "lei marcial", afirmativo!
polindo as botas, afiando as balas, preparando o risco,
ajeitando a gola, vem ai merda! e da grossa!
casado com guerra ao divorcio da paz,
faz dele mesmo território ocupado e
fecha as "fronteiras" num cerco à "fome"
vai-se alimentando das coisas que leva nas costas,
a tal "mochila", essa mesmo!
e dá um tiro no pé! só para não passar nas "trincheiras"
e quando a sede aperta, quando o sapato húmido, na lama
da terra molhada, na estupidez de uma simples muda de meias,
não dá resultado é que realizas que a guerra continua!
saboreias a ferrugem da tua arma e digeres a pólvora!
porque guerra é o espelho da paz
e o seu preço de lutar!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

The end of heartctober!

He touches her skin,
heart becomes a horn,
in a sound for the funeral morn,
sour blood becomes to thin,

it was the end of October,
the words were falling to death,
until there´s nothing left,
in the grey side of sober,

Ficção de identidade

Não posso tocar um gesto,
que nas tuas mãos se esguia,
um sentimento em caligrafia,
se levanta um frio de um protesto,

Fosse estranho se não o fizesse,
senão fosse cobarde de culpa,
para uma coragem de desculpa,
e fugir do que acontece,

Ah! se não fosse tudo tão corrosivo,
ou me tornas constantemente vivo,
ou demasiado morto,

queria eu perceber sem ter de olhar,
aquilo que me rasga a vedação,
se é amor por negação,
ou se ódio de continuar,

antes fosse ficção!
sem qualquer identidade,
sem doença de identidade,
e apenas imaginação

Um "giro" ao passado!

Falas-me de paz como se isto fosse guerra! "travas-me" a língua em duas partes,
escreves por cima de mim coisas, sem querer! tornas tudo isto tão dificil! e depois, duplicas a facilidade! 
compreensão!? de tudo isto um pouco isto em lógica, vai-me matando devagarinho  sem pensar em mim!
talvez um dia! no nascer dos dois a coisa "cola" ! e vou agarrando esse sonho sem dormir! sem pensar em dois!
só do que "vomitas" em cima de mim! trago tudo guardado na "gaveta" e mesmo que "perra", não me escapas ao "tratado" que fizemos em tempos! e agora? agora sorriu! sim, sou capaz! um capaz atrás do outro, na esperança de te ver! negro! é o vestido na minha "veste" ! viúvo do meu próprio destino! mas, no "invólucro", durmo contado os dias que faltam!

Bilhete à identidade!

Um pouco amorfo nas horas de ser, junto um mistério à "receita" e a coisa "refoga", 
trago um "casaco" pesado, na verdade, trago tudo no bolso! e não paro, e sigo o "baile" !
com aquele medo de pensar, com o medo aquele medo honesto do costume, coisa simples! 
confuso, por vezes, nas coisas necessárias como quem quer mudar o mundo mas não sabe utilizar as "ferramentas"!
mas vai tentando, pode ser que sim! e mente com todos os dentes na "coberta" de ser quem é! não faz mal, vai gritando por dentro! faz-me rir! mas é o que é, olha! um disparate atrás do outro! mesmo "penteando" a bondade! 
coisa pouca! e vai desvanescendo, vai procurando ocupando tudo e todos, à herói! esperando salvar uma pele que não a dele! inocente nesta "floresta urbana", fugindo da vítima mas identificando-se com ela! ah! ah! ah! só ele sabe o que vai naquele "sotão" ! mesmo ao sabor do vento não controla a "bússula" e perde o norte! busca o equilibrio e "tropeça"na própria perna! acha-se natural mas trespassa-se ao mínimo toque! faz-lhe pensar, pois faz! descontrola o controlo e faz maravilhas no caos do resultado, vai-se conhecendo na própria desconfiança e fica triste com isso! dá tudo por tudo e aleija-se da mesma forma infantil dos seus tenros 5 anos de idade! na verdade, vai pensando que uma ferida no joelho temo o mesmo gráu que um soco no estomago! e engana-se, dói o dobro! e sai-lhe caro! mas continua, aleijado e rasteja para cima de outro "pontapé" ! ansiando por uma coisa diferente! descalço sobre vidro, ateando o fogo e cuspindo sobre ele mesmo, nem mais, nem menos! bebado di si próprio, mas que se foda! amanhã há mais! e entrega o corpo ás balas protegendo tudo o que pode para não mostrar o escuro dele, faz um trato mais uma vez, trocando uma dor por outra, lá vai ele "desengonçado", mas vai se querer carregandoo que tem com o menos dobro das forças sem deixar ninguém para trás, deixa-se levar que é diferente! sacana engana-se! vasa-lhe um olho na altura da "mira", mas safa-se por um triz ao perigo! foi por pouco! suspira sem inalar! "espeta-se" no discurso de ser e aperta o dedo na ferida, porque o que é bom, sabe a pouco!